CEM ANOS DEPOIS… E NUNCA ESTIVEMOS TÃO PERTO DAS TRINCHEIRAS – PARTE IV E FINAL

PARTE IV: Profecias apocalípticas… e agora?

 

Acredito que não exista um assunto que seja tão explorado de diversas formas e maneiras como o fim do mundo, da Humanidade. Filmes trazem seus efeitos especiais mais sofisticados para retratar os desastrosos acontecimentos que poderiam acontecer em nosso planeta caso o fim do mundo chegasse. Ondas gigantescas, chuva de meteoros, aquecimento global, desaparecimento das espécies – tanto da fauna como da flora – e por fim a extinção da raça Humana. Livros – abordam igualmente este assunto – e muitos artistas consagram seu tempo para imaginar, retratar e mostrar de suas respectivas maneiras o tão “esperado” (?) fim do mundo…

Mas o assunto está tão “à la vogue” e sempre esteve, pode parecer clichê, mas como dizem, “tudo o que tem um começo tem um fim”. Cientistas, intelectuais, pensadores, filósofos, biólogos, climatologias, historiadores entre outros estudiosos do planeta e da Humanidade tratam deste assunto também há muito tempo; talvez o momento tenha chegado para começarmos a nos preocupar realmente com o APOCALIPSE, indo além da ficção e levando em consideração dados científicos e embasamentos históricos para confirmarmos e defendermos a tese da extinção das nossas civilizações; está – ou talvez até tenha passado da hora – de refletirmos e agirmos sobre tais questões com mais seriedade e veracidade do que as cenas que vemos nas grandes telas de cinema, retratando com magistralidade e um certo toque romântico as teorias do fim do mundo. Talvez o fim não seja como num filme onde o herói beija pela última vez sua esposa e filhas e parte para o espaço para colonizar e construir uma nova civilização em outra planeta, levando em conta os erros cometidos pelos humanos na Terra, e nesse cenário, bilhões de pessoas ficam para trás e têm as mais diversas e trágicas maneiras de morrer.

 

 

PROFECIA I: “A profecia dos Papas”

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São Malaquias

 

São Malaquias fez igualmente uma profecia sobre o fim da Igreja Católica que também coincidiria com o fim da Humanidade, em seus manuscritos ele escreveu que o último homem a ocupar o “trono” do Vaticano seria o Papo de número cento e doze e se chamaria Francisco. Desde que o argentino Jorge Mario Bergoglio assumiu o ofício como Papa e escolheu para si o mesmo o nome de Francisco, muitos estudiosos e supersticiosos começaram a elaborar teorias sobre a chegada do fim dos tempos. Podemos encontrar no periódico “History” o seguinte trecho trazendo o assunto sobre a profecia de Malaquias:

 

“[…]Dessa forma, a profecia de São Malaquias afirma que o último papa antes “do final dos tempos” será o número 112 desde Celestino II, no século XII, sob cujo mandato “a cidade das sete colinas será destruída”. Nos manuscritos de Malaquias, a cidade das sete colinas é Roma, por isso muitos associam a posse de Francisco ao fim da igreja católica, e, outros, ao fim da humanidade. Além disso, o atual papa é o número 112 desde a época anunciada pelo profeta.

Os mais supersticiosos interpretam como um símbolo inequívoco o fato de, na última hora do dia da primeira votação do conclave, a luz da cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano, ter sido cortada repentinamente. E como se isso fosse pouco, um raio atingiu a cúpula da mesma basílica apenas um dia depois de Bento XVI ter renunciado.”

 

PROFECIA II:  O Ano de MMXIX

 

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Chico Xavier

 

Entre tantas profecias, existe uma que porventura seja a mais assustadora, pois ela se refere ao ano que está para chegar: 2019. A profecia de Chico Xavier nos traz uma outra reflexão sobre o Apocalipse onde podemos encontrar que de fato o cenário premeditado pelo médium seria de GUERRA e que o ano em questão seria o último “prazo” para a Humanidade e o Planeta entrarem e encontrarem a paz, senão seria realmente o fim do mundo. Xavier previu que se em 2019 o mundo não entrasse em um comum acordo de paz, a guerra levaria – mesmo que de forma lenta, dolorosa e sombria – à extinção da raça Humana. Ele disse há aproximadamente 50 anos que este era o prazo para o Planeta “melhorar”, e que a Terceira Guerra Mundial (que muito aliás já consideram que tenha começado) seria o “estopim para a Ira de Deus”.

O extrato a seguir retirado do portal de notícias R7, da sessão “Segredos do Mundo”, nos mostra de forma mais clara a profecia:

“[…]Se os povos do mundo não conseguirem viver em paz, o mundo começará a entrar em colapso. Além do próprio conflito bélico, Chico Xavier revelou que desastres naturais (bem parecidos com os que já estão acontecendo) como terremotos de grandes magnitudes, vulcões em erupções e tsunamis capazes de destruir cidades inteiras vão começar a limpar o mapa. Muitos países desaparecerão, mas nem todas as pessoas vão morrer[…]”

É possível encontrar nesse mesmo texto publicado um “fundo de esperança” se analisarmos o seguinte trecho:

“[…]A boa notícia é que os sobreviventes aprenderão a viver em paz e, com tantas etnias vivendo juntas, a troca de conhecimentos e de experiências nos aproximará e nos fará construir uma nova etapa da civilização, baseada na paz[…]”

 

 

Podemos acreditar ou não em profecias apocalípticas, entretanto não podemos negar fatos – cientificamente comprovados – sobre os impactos e efeitos de nossa existência no Planeta, do uso que fazemos do mesmo e das guerras e conflitos sem fim que vivemos cotidianamente. Não é preciso de profetas para que nós possamos enxergar realmente o que está acontecendo à nossa volta. Basta observar, analisar e tomar ciência; porém é também preciso AGIR!

Tenho a total e plena convicção de que podemos e devemos parar de criar teorias e debatê-las, a hora clama pela nossa ação, já recebemos – e continuamos recebendo diariamente – vários indícios e provas dos males que causamos e dos estragos que infligimos. Mas ao mesmo tempo, para cada um destes problemas, pensadores, cientistas, ativistas, você, eu, nossos amigos e familiares e assim por diante, sabemos o que devemos fazer, como devemos agir para amenizar os desgastes que já causamos no Planeta e para com os outros seres humanos e até mesmo, revertermos alguns destes estragos! É preciso acreditar que agindo em pequena, ou até mesmo numa micro escala a mudança, a melhoria e a salvação do Planeta e de nossas civilizações pode ser de fato alcançada.

Para encerar o último domingo de 2018 de reflexão do Litteramundis, quero deixar registrado o seguinte “conselho” para que possamos – juntos – evitarmos os finais apocalípticos:

É preciso repensar:

  • Nosso modo de vida;
  • Nosso modo de consumo;
  • Nossa cordialidade para com os outros;
  • Nossa preocupação com a natureza;
  • Nosso afeto, nossa amizade e compaixão para TODOS os seres do Planeta;
  • Nosso modo de amar;
  • E a cima de tudo: pararmos de criar conflitos desnecessários em nosso cotidiano, deixarmos de ser preconceituosos, racistas, homofóbicos, xenófobos, misóginos, arrogantes, egoístas, violentos… É preciso que sejamos seres de amor, de paz ao invés de sermos seres de guerra, combate e competitividade.

 

Acredito na igualdade entre todos os seres e na bondade de todo ser humano, agarrando-me – mesmo que às vezes com pouco de dificuldade e confesso, vontade de desistir – lutei, luto e lutarei até o meu último suspiro para construir um mundo melhor e se você acha que eu sou “apenas” um sonhador e que estou sozinho:

 

You may say I’m a dreamer
But I’m not the only one
I hope some day you’ll join us
And the world will be as one”

Você pode dizer que eu sou um sonhador

Mas eu não sou o único

Espero que um dia você junte-se a nós

E o mundo será como um só”

Imagine, John Lennon.

 

GUN J LENNON
Knotted Gun ou Non-Violence é uma escultura em bronze do artista sueco Carl Fredrik Reuters, de um enorme revólver Magnum .357 Colt Python, com um barril atado e o focinho apontando para cima. A Reuterswärd fez esta escultura depois que o cantor e compositor John Lennon foi assassinado

 

J.G.P.A – 09/12/2018 – Americana, SP – Brasil

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