DE REPENTE

 

Crédito fotos: João Guilherme Pozzi Arcaro

 

 

“E de repente – sem mente – entramos nessa vasta corrente

e somos assim carregados sem termos um mínimo de consciência.

Seres inconsequentes, quase não dotados de decência,

ouso mesmo dizer que somos todos indecentes!

 

 

E de repente – lá estamos nós – distantes da natureza,

longe do seu vasto verde e de sua perfeita beleza de qual padece a cada instante um pouco de sua existência.

Seres indecentes, agindo de forma inconsequente, sem termos um mínimo de decência; não somos nada inocentes!

 

 

E de repente – agindo tristemente – não mais com este verde vivemos, destruímos, saqueamos e apreciamos esta demolição.

Queimamos, cortamos, podamos, e nem sequer nos importamos.
Seres pouco inteligentes, agindo com muita indecência na nossa vasta inconsciência!

Distantes da natureza, assassinos nos tornamos, e automaticamente assinamos nossas próprias sentenças indecentes.

 

E de repente – paramos e pensamos – com o que nos resta de nossa consciência: há ainda tempo suficiente para podermos salvar a grandeza desta muito bela, vasta e decente mãe, que atende simplesmente pelo nome de NATUREZA?
E de repente – assim quem sabe – nos tornamos um pouco mai sapientes? ”

 

 

J.G.P.A –  Milão, Itália – 04/08/2018

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